Carros chineses: uma realidade mundial

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Carros chineses: uma realidade mundial


Carros xing ling, cópias de baixa qualidade ou veículos ruins e com péssimo acabamento. Atualmente, nenhum destes termos pode ser atribuído aos novos carros chineses. Depois de um começo ruim e da má fama que
acompanhou os modelos de marcas de veículos da China, a indústria automotiva daquele país passou por uma renovação de conceitos e tecnologia e de suas linhas de produção já saem modelos comparáveis às melhores fabricantes de automóveis ocidentais. Confira e prepare-se!

Montagem com fotos extraídas dos portais das respectivas montadoras na internet

Para um povo que teve a competência de inventar a pólvora, o papel, o macarrão, a bússola e a seda, não seria difícil desenvolver processos, tecnologias e profissionais que mudassem o padrão dos veículos chineses.

Em pouco mais de três décadas as fabricantes chinesas saíram da incômoda posição de produtos de baixa qualidade, com mão de obra barata, mas desqualificada, para um agente imprescindível no abastecimento de itens de alta tecnologia a um preço competitivo das principais marcas do mercado mundial e um fornecedor de produtos confiáveis em diversos segmentos, especialmente em equipamentos eletrônicos e, é claro, autopeças e veículos em
todas as categorias, inclusive os tão esperados veículos com motores elétricos.

Os modelos chineses chegaram ao Brasil a partir de 2007, com a marca Effa, e não agradou em nada ao consumidor brasileiro. As reclamações eram baixo desempenho, acabamento ruim e pouca ou nenhuma informação técnica sobre o veículo.

Effa M100, o primeiro carro chinês à venda no País, tinha baixo desempenho e acabamento ruim.
Foto: DivulgaçãoEffa Motors

O carro que veio a seguir não ajudou a melhorar essa percepção, pois o Lifan 320 era uma cópia do inglês Mini Cooper, marca do grupo BMW, o que também ajudou a piorar a imagem dos carros importados da China.

Esse cenário desastroso começou a mudar em 2017, com a união da Chery com o Grupo Caoa e a produção dos modelos SUVs Tiggo 2, 5, 7 e 8, e dos sedãs Arrizo 5 e 6, nas fábricas de Jacareí (SP) e Anápolis (GO). Com essa mudança, os carros da Caoa Chery mantiveram a ampla oferta de equipamentos, que já era comum nos carros chineses, porém com preços mais competitivos em relação aos concorrentes diretos.

Hoje, os carros chineses já não são olhados com tanta desconfiança e se tornaram atraentes
nos aspectos financeiro, tecnológico e da qualidade.

Linha de montagem da joint venture entre a Chongqing Chang’an Automobile e a Ford Motor, em Harbin, na província de Heilongjiang, na China, onde são produzidos os modelos Ford Escort, Mondeo, Taurus, EcoSport e Edge Foto: Divulgação Ford Authority

Esse movimento das marcas chinesas era inevitável, pois parcela significativa dos componentes que abastecem as linhas de montagem das fabricantes de veículos norte-americanas, europeias e orientais são produzidas por fabricantes chinesas, sendo que alguns modelos de diversas marcas são inteiramente produzidos em montadoras de marcas multinacionais instaladas na China ou sob licença da própria fabricante, com maquinário, tecnologia e mão de obra chinesa.

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